Diário, diário meu...

Diário, diário meu...

Total de visualizações de página

sexta-feira, 26 de julho de 2013



ATÉ QUANDO?

Às vezes penso que certas coisas, ou todas, até,
não se extinguem.
Por mais que se queira, não se apagam.
Ficam como um fogo em brasas,
latente...
Basta um leve sopro,
uma breve remexida, bem de mansinho...
pra que se reaviva
e arda...
E como arde!
Como queima!
Qual a primeira vez
Qual a primeira dor
Como no princípio...
Por que esta maldita dor não se apaga?
Por que me atormenta?
de tempos em tempos
qual maldição que me açoita
que me castiga sem dó!
Dolorida lembrança
de um passado que teima,
que persiste
em ser presente
Que me maltrata
me rói, corrói,
doendo, doendo...
Até quando?
Até quando, dor?
Até quando?

09/07/2013
23h35min